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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Feliz 2011?!


Se tem alguma coisa que o são-paulino quer esquecer é deste 2010. Tudo bem, ainda nem chegamos a metade do brasileirão, mas nada, nada, nada, nada que o tricolor almejou este ano deu certo. Dias melhores virão, senhor Juvenal?


Exemplo de administração, estrutura e espelho de jogadores para pontes europeias, o time amarga a décima terceira posição no brasileiro, a três pontos da zona da degola.. Vamos só relembrar algumas outras dores de cabeça dos tricolores: Ducha de água fria com o veto do estádio Morumbi à copa de 2014. Falta de patrocínio desde janeiro, depois de ser um dos clubes mais bem pagos dos últimos anos. A aposta na libertadores virou passado. Viu o rival, inter, se preparar melhor com os contratados vindos de fora (Renan, Tinga, Sóbis..). Trouxe Samuel (? pff..), perdeu Oscar, Léo Lima, Henrique e Cicinho. Perdeu a libertadores, Ricardo Gomes. Perdeu a cabeça. A mais quente, com certeza é a do presidente. Juvenal Juvêncio agora anda se desentendendo com Dagoberto (outro que mostra insatisfações dentro do time. Futuro Washington?).
A torcida pede diretoria nova, camisa 10. Tem torcedor até querendo aposentadoria do goleiro!!Onde isso tudo vai parar? Com uma supremacia indiscutível na década, o time tem, aos poucos, a hegemonia cada vez mais ameaçada. Haja fôlego. Será que ainda dá tempo de acabar com todo esse inferno?? "Nem a pau Juvenal..."

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

História não ganha jogo


Confesso que no jogo entre Botafogo e Atlético Mineiro, no Rio, um fato inusitado me chamou a atenção. Em um bar, dois amigos se encontraram e se comprimentaram como de costume. Acompanhados, cada um deles seguiu para seus postos, ainda eufóricos para o início do jogo. Um deles vestia a camisa do Atlético. Já no final do jogo, antes mesmo do término da partida, aquele homem, o mesmo que vestia a camisa do time, se despediu do amigo lhe dando a camisa que vestia. E assim foi, embora sem a mesma. Eu poderia pensar em um simples ato de gratidão, amizade. Mas não, infelizmente, estava na cara que não era. O amor esta acabando. E eu não julgo estes muitos (por que não são poucos) que estão abandonando não viu. Se hoje, até uma criança não quer torcer mais para o Atlético, imagine esses senhores de 40, 50 anos. Se por muitos anos, a mágoa de ter sido fortemente assaltados por juízes ainda esteja agarrada na garganta dos atleticanos, pelo menos nos últimos anos, é esse Botafogo quem está atualizando este tabu negativo. Já são quatro anos com sucessivas derrotas para os cariocas.

“O pão só cai com a manteiga para cima!” Essas foram as palavras de Vanderlei Luxemburgo, técnico do Atlético Mineiro após a derrota no clássico contra o Cruzeiro. O time já não faz gol há três jogos, ainda não tem esquema tático certo, e os jogadores quando não estão fora de rítmo, não conseguem se entrosar. Apresenta muitas mudanças, mas poucas melhoras. E assim, caminha o time mineiro na vice lanterna do brasileirão.

Mas o que mais nos chama a atenção é a forma com que Luxemburgo trata o momento do clube. Assim como no campeonato mineiro, o técnico volta a afirmar que seu time vai chegar lá, mesmo com as mais realistas dúvidas e incertezas sobre o elenco. Que o time é bom no papel todos ja sabem, mas até agora não venceram ninguem. Vasco, Atlético Paranaense e Goianiense que me desculpem.. No mineiro, o galo saiu campeão, o time chegou lá como afirmou Luxa. Mas convenhamos que estaduais não servem de preparação para nenhum time. E mesmo que este time esteja preparado para ano que vem, antes de 2011 ainda tem 2010 para jogar.

Mas porque, então, o Atlético está em uma fase ruim, e o Grêmio (que por sinal acabara de demitir Silas) está em crise, como diz parte da mídia? Seria pela história, pelo curriculum que Luxemburgo tanto exalta? História não é tudo não. Se crise quer dizer fase ruim, porque a fase ruim do galo também não poderia ser considerada uma crise?

Tudo bem que quando a fase é péssima nada da certo. O time até fez bons jogos (como no clássico do dia primeiro), mas esbarra em lançes esporádicos, em expulsões incompreensíveis. Até o técnico, coitado, treina o elenco de muletas, ou na cadeira de rodas. Como diz Roberto Abras, ” êee galo...” Como é que pode..

A torcida tem razão para apoiar o time. As contratações chegaram, os nomes de peso vieram. Já suportaram tantos cabeças-de-bagre que passaram pelo clube. Mas tem um porém: os resultados não estão chegando. Aos poucos, aquelas terríveis nuvens que passaram pelo Mineirão em novembro de 2005 estão sendo relembradas.

Quando escrevi sobre o time ainda na quarta rodada do brasileiro, disse que ainda estava cedo, e que haviam chances para se reestruturar, o campeonato era longo. Hoje, não mais penso assim (e posso apostar meu braço que muitos também não), e o que antes uma sul-americana parecia ser uma ideia ainda realista, hoje nem mais o papel de figurante esta combinando com o Atlético. Desde 2005, a torcida ja aprendeu que o ‘balança mais não cai’ não serve mais. O galo pode cair sim. Só espero que assim como cinco anos atrás, quando onze meninos se desdobraram para tentar desfazer a sujeira de vários marmanjões, a culpa e o dever de reerguer o time não caia novamente sobre a base. Ao técnico, ao time, à diretoria é bom se apressarem. Tomara que eu queime minha língua, porém mais dia menos dia, nem mais Kalil irá suportar essa ladainha de técnico com história.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Quanto vale o amor à camisa?


Não adianta vir com ladainha por que todo mundo já sabe. Nem mesmo Galvão Bueno pode convencer qualquer inocente torcedor. Não se pratica futebol como nos tempos de antigamente. Hoje, o dinheiro fala mais alto.

O mais recente caso disso que estou escrevendo aconteceu com Kleber, o ex-gladiador do Cruzeiro. Depois de virar ídolo e ícone do time mineiro, o atacante voltou ao Palmeiras beijando o escudo alviverde em sua apresentação. Estranho, já que repetiu o gesto algumas vezes em Minas. Quem acompanhou sua trajetória sabe o que quero dizer. Eu poderia ir mais além, com os tais gestos das torcidas organizadas e a declaração de que nunca deveria ter saído do Palmeiras, mas nessa altura, em terra de cego quem tem um olho é rei.

Duvido que ainda existam jogadores como aqueles que moravam dentro dos clubes, devido a falta de dinheiro, ou outros que não exigiam altos salários para jogar. Não que deseje esse tipo de vida a alguem. Mas me atrevo a apontar dois, que pelo menos se aproximam dessas características: Rogério Ceni (São Paulo) e Marcos (Palmeiras). Ainda vale a pena tornar-se um deles?

Como jornalistas, precisamos ver os dois lados das coisas. Quem não quer mais dinheiro, melhoria de vida? Mas o problema é a situação do torcedor. Ele tem amor á camisa. Ver qualquer ídolo jogar em um time rival, por exemplo, excede todos os seus limites emocionais... Por enquanto, aguardamos o que mais esta empresa milionária do futebol nos oferece. Mas, se na Roma antiga, era o público quem decidia o destino dos gladiadores, no século XXI, se depender de muitos na torcida do Cruzeiro, Kleber não retorna sequer no espaço aéreo da Toca da Raposa.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

O adormecer do gigante


É meus caros amigos, está chegando a hora de nos despedirmos de nossa segunda casa. Digamos que esta passará por uma reforma para nos proporcionar, no futuro, maior modernidade e conforto. Segundo sociólogos, não é preciso ser César para entender César. Quanto aos torcedores das alterosas, é preciso sim ir ao Mineirão para compreender a mágica que possui este gigante. São momentos de alegria, euforia, tristeza e dor que só um jogo de futebol pode levar às pessoas. E para os cidadãos, desde o simpatizante até o clubista, ou do inexperiente ao frequentador, deixo aqui minha dica: vá ao estádio! atleticano, cruzeirense, americano. Leve o pai, a mãe, o avô, vá de carona, a pé ou de coletivo, mas encerre com chave de ouro mais um ciclo que termina na história do Governador Magalhães Pinto. Aquele mesmo que chocoalhava nas décadas passadas, ou que abrigou clássicos como Brasil e Argentina, já com suas elegantes cadeiras. Mas ao subir as escadas e ver o campo, carregue consigo todos os momentos de glórias e alegrias que por ali se passaram. De dores também, por que assim como na vida, elas foram obstáculos que tivemos que ultrapassar, e portanto, não podemos simplesmente descartá-las. Lembre dos astros memoráveis, de Raul e João Leite a Tostão e Reinaldo. Mas não ligue se não conseguir lembrar. Memória também não é o meu forte. Não ligue se não tiver visto ali time nenhum ou se estiver no campo pela primeira vez. Basta guardar bem o que ainda estará por vir.

Talvez muitos não saibam o quanto é maravilhoso acordar aos domingos e dedicar o dia a seu time do coração. Talvez, também não saibam o que é almoçar às 11, para às 1 da tarde estar nos arredores do minera para beber uma gelada. E não precisa saber mesmo. Nem precisa beber. Mas beba, pule, grite! Cada um vai fazendo como quer e criando sua própria rotina no dia do jogo. Faça o que sempre fez, solte foguetes, dance sozinho. Tente esquecer um pouco que aquele palco, em breve, terá suas cortinas fechadas. Não é fácil, sei bem disso. Confesso que virei um especialista em últimos olhares e a cada jogo que passa, torna-se mais pavorosa a ideia de ter esse hábito interrompido, ter a rotina quebrada. Ainda somos meros aprendizes.

Alguma pessoa séria disse que, em torno de dois anos o gigante da Pampulha estará pronto novamente. Enquanto isso não acontece, enquanto o hepta, o hexa do Brasil não chegam... Coma seu tropeiro! Pague caro ou barato, mas sinta a magia dessa combinação perfeita entre a comida e o estádio. Um não anda sem o outro. Digo mais, leve bandeiras, faixas, chapeus e bandeirolas, buzine até a bateria do carro arriar, mas não deixe de fazer do jogo um carnaval. Ou micareta, se assim preferir! Não deixe de abraçar os desconhecidos, que tornam nossos conhecidos após um gol. Faça parte da bagunça meu amigo! Se nunca foi de "geral", experimente pelo menos uma vez, e entenda como é possível ver, nos geraldinos, a essência do povo brasileiro. Em 2014, na copa, o termo poderá até não ser extinto, mas assistir um jogo daquele lugar, nunca será mais o mesmo. Sinta o encanto de ter todas as imperfeições possíveis ao redor, mas ainda sim, achar aceitável a opnião de que aquele setor é o melhor para se ver um jogo.

E quando todo aquele vulcão tiver entrado em erupção, pare, olhe, aproveite todos os segundos e leve guardado na retina cada momento. Devemos aprender a nos separar das coisas também. Vejam como o futebol vai muito além de gols. Mas não despeça do evento com um adeus. Diga apenas um até logo. Em breve mineirão, nos tornaremos a ver. Por enquanto, o gigante esta com sono e deve se repousar por um bom tempo. Mas o tempo voa meu filho! E aí sim, depois do seu despertar, poderemos, mais uma vez, soltar aquele grito gutural que emana na garganta de milhões de torcedores: "Domingo, eu vou ao Mineirão..."

sábado, 15 de maio de 2010

Tentando explicar o inexplicável

Talvez tenha sido essa a palavra que traduza o jogo entre Grêmio Prudente e Atlético Mineiro válido pela segunda rodada do campeonato brasileiro. Inexplicável. O time da casa, faria seu primeiro jogo em um campeonato nacional na cidade de Prudente. Logo contra o Atlético, atual campeão mineiro e que havia vencido seu primeiro jogo por 2 a 1, contra o Vasco, no Mineirão. O Prudente, perdeu para o Avaí por nada menos que 6 a 1, em Florianópolis.

Durante a semana, o treinador do galo, Vanderlei Luxemburgo, deu a entender que seu time iniciaria a partida desde sábado com uma formação com três zagueiros. Formação perigosa, é vantajosa quando a equipe consegue se adequar ao esquema de jogo. Do contrário, se não tomar cuidado toma na cara, oferece espaços ao adversário. O time da casa entrou em campo com três desfalques. Expulsos, o zagueiro Paulão e o meia Carlos Eduardo não jogaram, e o atacante contundido Willian, foi substituído por Araújo.

O jogo mal começou e o Grêmio marcou seu primeiro gol de boas vindas, logo no primeiro minuto. Araújo marcou no meio de uma defesa com três zagueiros atleticanos. Todos mal posicionados, Jairo, Werley e Benítez. O Atlético tentou equilibrar o jogo, mas 15 minutos mais tarde, em uma jogada de escanteio, o time da casa aumentou com Flavinho. Lance típico de gols sofridos pelo galo, que insiste em tomar gols dessa maneira. Luxemburgo, como de costume, mexeu no time ainda no primeiro tempo. Saiu Benítez da zaga, para a entrada de Ricardinho, no meio. O 4-4-2 não surtiu efeito. O time continuou nervoso, e essa tensão era comprovada pelos excessivos cartões amarelos (primeiro Fabiano, depois Jairo Campos, Evandro, Zé Luís e Diego Tardelli). Ainda sendo derrotado por 2 a 0, o Atlético tentava mostrar que dava, mas difícil foi, em todo o jogo, encontrar alguem que se salvasse. Só de passes errados, foram mais de trinta. Estavam todos molengas em campo. Enquanto o galo jogava como em um amistoso, o Prudente parecia que disputava um título. Aos 41 minutos, Jairo Campos é traído pelo pique na corrida e comete pênalti em cima de Marcelo Oliveira. Henrique Dias bate e aumenta. Para completar, em um bate-rebate, dentro da área, Diego marca mais um, já nos acréscimos. 4 a 0 Grêmio e resultado decretado no primeiro tempo.

Foi lamentável a derrota do Atlético. Sobraram espaços para os jogadores do Prudente. O goleiro Márico foi impecável nas 15 finalizações do galo, que teve um time distanciado, que não se encontrou dentro de campo. O time da casa, dos 8 chutes a gol, marcou 4. Faltou comprometimento dos atleticanos, que nem o tradicional gol de honra marcaram. No segundo tempo, o galo pressionou até os 20 primeiros minutos. Nada mais que isso. Depois, permitiu que o time da casa ainda chegasse com perigo ao gol de Aranha. Pobre Atlético, que terminou a partida aos gritos de olé, de meros 2500 torcedores.

É difícil entender o que houve com o Atlético. Parece que não foi novidade mesmo a derrota, já que o galo nunca venceu duas partidas seguidas em estreias do brasileirão, desde 2003. O time, que não mostrou absolutamente nada, ainda retorna à cidade para encontrar com o mesmo Prudente, pela Copa Sul-Americana deste ano. Nem o mais otimista torcedor gremista ou o maior pessimista atleticano acreditaria nesse tenebroso 4 a 0. É jogo para ser visto e revisto mesmo, observar os erros e melhorar.

Ainda é cedo, e o campeonato está apenas na segunda rodada. Agora, é Luxemburo quem tem o trabalho de elevar o emocional de seus atletas. O treinador não volta para a capital mineira junto com o time. Irá pescar em terras argentinas. É senhor Vanderlei, espera-se mesmo que a cabeça dos jogadores esteja bem fria para o próximo compromisso diante do xará paranaense no Mineirão, por que os torcedores ja estão com os nervos à flor da pele. Quanto ao galo, foi realmente uma pena ver tudo que aconteceu dentro das quatro linhas do Prudentão. Inclusive os quatro gols.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Toques finais


Os campeonatos europeus caminham para o seu final. A poucas rodadas do fim, os favoritos ao título vão ficando mais evidente. O campeonato alemão conheceu o seucampeão neste sábado. O Bayer de Munique confirmou a escrita e se sagrou campeão alemão na temporada 2009/2010. O título, veio diante de uma vitória por 3 a 1 sobre o Hertha Berlim, já rebaixado e último colocado da Bundesliga. O cenário de luxo do último jogo não poderia ser melhor. O Olympiastadion, na capital alemã, que recebeu a visita ilustre de José Mourinho, se dividiuentre a euforia bávara e a tristeza dos torcedores do Hertha, que irá disputar a segunda divisão do campeonato na próxima temporada.

Maior ganhador do campeonato alemão com 22 conquistas, o Bayer retomou a soberania nas terras germânicas após o deslize da última temporada. Primeiro treinadorholandês a ganhar o campeonato, Van Gaal afirmou que a confiança que o grupo depositou em seu trabalho foi essencial para o título. "É maravilhoso", completou.Em uma temporada marcada pela desconfiança dos torcedores em relação ao título ou ate mesmo uma vaga em uma das competições da UEFA, o Bayer terminou o campeonatocom o melhor ataque (72 gols) e a melhor defesa, junto com o Werder Bremen (31 gols sofridos). O time cercado por estrelas como o croata Olić e o francês Ribéry, aindadisputa a final da UEFA Champions League, contra a Inter de Milão, no próximo dia 22. Para coroar a brilhante temporada, os bávaros venceram o jogo com um gol de Oliće dois do holandês Arjen Robben, artilheiro do time na temporada. Com cinco pontos a mais que o segundo colocado, Schalke 04, e 19 gols de vantagem, os vermelhos terminaram com 70 pontos e apenasquatro derrotas dos 34 jogos disputados. Regado de muita cerveja, o Bayer celebrou mais uma conquista.

O campeonato se baseou no equilibrio financeiro. Quem não tem dinheiro, ou nao se prepara e não tem um planejamento financeiro, cai para a segunda divisão. Foiassim com o Hertha Berlim. O time ficou na quarta colocação na temporada passada, e este ano, amargou a última colocação, com meros 24 pontos. Foi a grande decepção dotorneio. Será a primeira vez, desde 1997, que o campeonato alemão não terá um representante da capital. Entre gritos e faixas, os torcedores do Hertha mostravam fidelidade e revolta ao mesmo tempo. Mas era nítido o apoio que se sobressaia diante das críticas. Frases como "nós continuaremos Hertha", ou "amor verdadeiro não conhece divisão", estavam presentes no estádio de Berlim.

Cada vez mais equilibrado, o campeonato alemão vem se destacando nos últimos anos. A ascensão de clubes como o Hoffenheim e Wolfsburgo deixam a disputa mais acirrada. Também temos a volta do Borussia Dortmund às primeiras colocações, assim como a briga de Hamburgo e Werder Bremen pelas competições da UEFA. Este, assegurou a terceira colocação, e disputará ao lado do campeão Bayer de Munique e do vice Schalke a UEFA Champions League.O Bayer Leverkusen ja vem a alguns anos fazendo bons campeonatos, ainda que continue a entregar nas rodadas decisivas. Ficou na quarta posição. Outros clubes como Stuttgart, do brasileironaturalizado alemão, Cacau, completam a lista. Dos times que vieram da segunda divisão alemã (Mainz,Freiburg e Nuremberg), apenas o último irá disputar a repescagem contra o Augsburg, terceiro colocado da segunda divisão. Portanto, pode ainda permanecer na divisão principal.

Em suma, mais disputado, competitivo e ponderado, a Bundesliga so tem a trazer mais emoção a cada ano. Mais craques estão presentes nos campos, e com clubes cadavez mais próximos dos melhores da europa. Agora, basta esperar pelo retorno do outono para que os ares de emoção continuem a circular nessa terra de chucruti!
 
Jornalismo PUC-MG - Turma 1º/2010